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quinta-feira, 9 de junho de 2011

O banquete

Estáva num campo de areia, o clima estava quente, e andava por várias mesas postas. Eram grandes e estavam preparadas para receberem em grande quantidade, só tinha um detalhe, não tinha comida alguma. Uma amiga veio ao meu encontro, estava tranquila, disse que estava(m) me esperando e que precisávamos nos apressar para preparar o banquete. (mas hein??)

Entendendo ou não, a segui para um lugar amplo, branco, fechado apenas no teto, sem paredes, e lá encontramos mais pessoas, cada qual concentrada em sua tarefa. Um homem de bigodes veio falar o que deveríamos fazer: peixe! E precisava ser rápido, pois o tempo estava acabando. E assim fomos, eu e minha amiga, para um balcão a fim de começarmos a preparar o prato. Tudo isso na maior tranquilidade, como se tivéssemos todo o tempo do mundo.

Decidimos qual peixe fazer, como, onde, o que usar, chegando a ser cômico a seriedade da coisa. Em meio a escamas e temperos, acordei.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Visitas no almoço

Estava num quintal, e sabia que nele seria preparado o almoço, que desta vez, seria diferente, pois convidados muito distantes estavam sendo esperados. O que eu sabia dos convidados era apenas que eram parentes de meus avós, e portanto, meus tios distantes... Láaaaaaa das terras orientais e nórdicas e frias...

Bom, quando chegaram, fui observar, e pareciam pessoas normais, nada que chamasse atenção ou os diferenciasse, a não ser que começassem a falar! É, pois é, ele falavam outra língua... e só quem entendia era minha vó... e só quem a enxergava era eu... :D

Ok, então comecei a 'interpretar', e assim passei a ser referência sobre o que os 'tios' queriam ou estavam precisando. Na verdade, era fácil, eles queriam algo diferente do que estavam acostumados, e não sei ao certo por que, camarões começaram a ser preparados de diversas formas, principalmente
fritos. Não me lembro para quem pedi, mas pedi a alguém que descascasse um abacaxi, e prossegui delegando tarefas. Eram apenas 3 ou 4 senhores, poucos, mas dividimos as pessoas (família, tias, pais...) em dois ambientes.

Uma das situações que me aborreceu, foi quando coloquei uma garrafa de vinho branco na mesa em que sentaria, e fui levar um rosé na outra, quando voltei para o 'meu' lugar, o povo já havia acabado com tudo, não havia sobrado nem uma gota (é ou não é pra ficar furiosa?). Ok, mataram meu Sauvignon, então fui procurar outro, não encontrei, e acabei me distraindo pela outra mesa, acabei ficando por lá.

Os 'tios' comeram por bastante tempo, e sempre elogiavam ou pediam mais, bebiam muito rápido, na verdade, parecia que eu estava servindo água fresca, o clima estava ameno, e o cheiro dos camarões estavam impregnando no local. Estava arrumando acomodações num outro ambiente quando acordei.
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