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sábado, 12 de abril de 2014

Mudanças a caminho



Um sonho difícil de relatar se eu ficar pensando muito, pois nenhuma das ligações faz sentido, foi como juntar 3 elementos que não tem nada a ver um com o outro mas, no sonho, tava tudo certo.

Eu estava no prédio em que trabalho atualmente, espelhado e alto. O prédio ficava numa espécie de ilha, estilo estátua da Liberdade e eu podia ver o mar por todos os lados. 

Em um primeiro momento, eu estava num tipo de ofurô piscina, e estava lendo o livro da Mirela Faur, na parte da teogonia dos deuses, infelizmente eu não me lembro em qual eu estava. Devia ter algo a ver com água. Eu lia em voz alta para o maridão. 

Depois, eu saí de lá, deixando o livro aberto, e reparei que havia começado a chover, o céu estava bem escuro, e temi pela resistência do prédio. O mar começou a ficar revolto, outras pessoas no prédio começaram a se agitar, e tudo passou a cena de um drama, onde pessoas se atropelavam pelas sala e corredores. Eu assistia a tudo passivamente, andando de uma janela a outra e vi o mar revolto. 

Uma janela era mar aberto, a outra, terra ao longe. Vi uma onda imensa formando-se. A tempestade não dava trégua então fui para a outra janela, não queria ver a onda atingir o prédio. O momento até a hora do impacto foi tenso, uma expectativa sem fim. Até, que finalmente, sinto um tremor, mas a estrutura continuou firme. A onda passa pelo prédio, e a vejo continuando até a cidade. Pude ver outra onda se formando, quando acordei.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Praia

Desembarquei de um ônibus na areia da praia, lá encontrei alguns amigos, e ali estavam o Wolf e o Val, estava cedo e teríamos que esperar pela chegada dos outros. Por estarmos na praia, imaginei que seria uma iniciação.

Sentamos em direção ao mar, estava calmo, era noite, estava escura, sem lua, algumas estrelas, mas nenhuma se destacava, a brisa estava suave, e o cheiro do mar trazia saudades. Enquanto eu 'viajava', Wolf apareceu com um bolo (nem pergunte aonde estava!), eram um daqueles bolos que substituem panetones, para quem não gosta de panetone. Parecia que o bolo havia chegado em boa hora, estava macio, e ainda posso sentir a doçura do açúcar de confeiteiro no qual ele é rodeado. Acho que acabamos com o bendito bolo, conversa vai conversa vem, Wolf não estava tranquilo, parecia inquieto, mas nada disse, e nada perguntei.

Quando o vento começou a ficar mais forte, o Val chamou nos ao longe, ele estava acompanhado de um pastor alemão enorme, mas parecia manso, e começou a correr em uma dada direção. Sabíamos que era por ali que deviámos ir, porém, foi como se uma cortina de água nos impedisse, e uma chuva forte caiu sem dó, não consegui mais enxergar para onde deveria ir, o mar estava ficando agitado, e na tempestade corremos na direção que parecia oposta ao mar. A chuva estava gelada, e neste momento tive receio de não conseguir chegar aonde queria.

Acordei preocupada.
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