Estava com meus pais, e eles haviam acabado de comprar um apartamento enorme. Eu estava junto para conhecer a nova aquisição. Passeamos pelo bairro, e paramos num restaurante próximo que todos conheciam como Restaurante do Onça, os pratos principais tinham como base frutos do mar e tinham uma aparência ótima. Apesar de toda escolha, nada comemos, apenas tudo embrulhado e assim seguimos para o prédio. Quando chegamos, sua imponência agradava a qualquer transeunte, era um prédio admirável, ao entrarmos, não fomos direto, paramos no vizinho, era primeiro ou segundo andar (esse detalhe eu esqueci). Eles precisavam ser simpáticos com os vizinhos antes de se acomodarem em seu novo lar. Fomos atendidos por um casal simpático e hospitaleiro, a comida foi desembrulhada, e a quantidade era muito maior do que eu havia visto ser embrulhada no restaurante.
Após as devidas apresentações, a entrada começou a ser servida, pareciam camarões em taças, eu parei de dar atenção à comida, e fui visitar a casa, era um loft, meus pais haviam adquirido o do quinto andar, e o quarto andar estava vazio. A decoração era detalhada, e chamava atenção por seu requinte, arandelas emolduravam as paredes de tal forma que fui ver mais de perto, e qual a minha surpresa que na parede havia um painel de madeira, pude ver que nele estava gravado de forma cronológica toda a história dessa família, tal como uma árvores, e no final, apenas o nome do casal, e abaixo um espaço, para que sua história fosse gravada por seus sucessores. Não me lembro do nome do homem, apenas de sua data de nascimento 19/02/1980, já da mulher, guardei seu nome "Mairine" e sua data 09/10/1979. Ver esse mural me impressionou, além do fato de o casal ser totalmente estranho para mim.
Ps. Uma pena ter esquecido o nome dele, mas já achei interessante que o nome dela exista e possua um significado
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Perdidos
Freya e seu grande amigo Wolf dirigiam se ao sabá que ajudariam a conduzir no lugar de costume, não era Samhain contudo era de igual importância. Rumavam ao costumeiro clube de campo, mas, para dar realidade ao sonho, se perderam no caminho e um desvio que devia ser idêntico ao correto os confundiu.
Sem perceberem, continuaram seguindo até que a estrada acabou, e bem, não era exatamente o esperado. Depararam com uma antiga casa, e como estavam com tempo, decidiram que não haveria mal algum em checar o local. Tudo parecia abandonado, o que os motivou a 'xeretarem', e até mesmo a entrarem na casa. O estranho foi ao passarem pela porta, onde tudo tomou vida, a casa parecia ter sido deixada pelos donos que voltariam a qualquer momento, o fogão a lenha esquentava água, e de seu forno exalava um cheiro de pão quase pronto. Galinhas e outros animais domésticos andavam pelo terreno que ganhou vida como num passe de mágica. A mesa no que parecia uma sala de jantar emendada à rústica cozinha, deixando claro o ar de interior, com seus longos bancos ao redor, estava posta, como quem espera uma visita. Flores frescas enfeitavam o lugar e o perfumavam. O rangido da escada despertou os visitantes, na verdade intrusos, que espantados viram um garoto de muletas descendo por elas. Ele sorria e disse que estavam apenas nos esperando. (Como assim? Quem estavAM?)
Pela cozinha, antes vazia, um casal já com certa idade apareceu, retirando o pão do forno e o colocando à mesa, assim como o aromático chá. Duas outras crianças chegaram, com sua alegria e zuação e logo se sentaram; espantados, mas totalmente acolhidos, sem esforço algum, o tempo foi esquecido. Apesar de parecer que apenas alguns minutos haviam se passado, no momento em que lembraram que deviam estar em outro lugar notaram que tinham apenas 10 minutos. A família não podia ajudar, nosso destino lhes era estranho, nos despedimos.
De volta a estrada, a casa, bom não sei, a recomendação de não olhar para trás foi atendida, Freya com toda tecnologica propos usarem o GPS. Claro, seria útil, para o caso de saberem o endereço de destino. Freya sabia que estava no convite, em algum lugar, mas... acho que joguei meu filho da cama /o\
(Como ele apareceu aqui??)
Sem perceberem, continuaram seguindo até que a estrada acabou, e bem, não era exatamente o esperado. Depararam com uma antiga casa, e como estavam com tempo, decidiram que não haveria mal algum em checar o local. Tudo parecia abandonado, o que os motivou a 'xeretarem', e até mesmo a entrarem na casa. O estranho foi ao passarem pela porta, onde tudo tomou vida, a casa parecia ter sido deixada pelos donos que voltariam a qualquer momento, o fogão a lenha esquentava água, e de seu forno exalava um cheiro de pão quase pronto. Galinhas e outros animais domésticos andavam pelo terreno que ganhou vida como num passe de mágica. A mesa no que parecia uma sala de jantar emendada à rústica cozinha, deixando claro o ar de interior, com seus longos bancos ao redor, estava posta, como quem espera uma visita. Flores frescas enfeitavam o lugar e o perfumavam. O rangido da escada despertou os visitantes, na verdade intrusos, que espantados viram um garoto de muletas descendo por elas. Ele sorria e disse que estavam apenas nos esperando. (Como assim? Quem estavAM?)
Pela cozinha, antes vazia, um casal já com certa idade apareceu, retirando o pão do forno e o colocando à mesa, assim como o aromático chá. Duas outras crianças chegaram, com sua alegria e zuação e logo se sentaram; espantados, mas totalmente acolhidos, sem esforço algum, o tempo foi esquecido. Apesar de parecer que apenas alguns minutos haviam se passado, no momento em que lembraram que deviam estar em outro lugar notaram que tinham apenas 10 minutos. A família não podia ajudar, nosso destino lhes era estranho, nos despedimos.
De volta a estrada, a casa, bom não sei, a recomendação de não olhar para trás foi atendida, Freya com toda tecnologica propos usarem o GPS. Claro, seria útil, para o caso de saberem o endereço de destino. Freya sabia que estava no convite, em algum lugar, mas... acho que joguei meu filho da cama /o\
(Como ele apareceu aqui??)
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Casa Nova (em 20/10)
Já visitou em um sonho o mesmo estranho lugar ou caminho várias vezes?
Estava fazendo um caminho inverso, e eu sabia que já havia percorrido esse caminho, e pior, sabia que havia sido em outro "sonho". Nesse saber, eu sabia que havia me arrependido e ao fazer o caminho de volta, eu parava nos lugares para ver se teria as mesmas atitudes. Em alguns dos lugares, eu não podia mais entrar, eram casas já vendidas e com dono novo, fechadas para visitantes, até que encontrei um, o que mais havia gostado e pude entrar, só que esse apartamento, não estava mais a venda. A rua dos fundos não identifiquei (talvez algo como aquele corredor em matriz, com várias portas, e cada porta te leva a lugares bem diferentes, partindo-se do pressuposto que uma está ao lado da outra). A rua da frente, era a Oratório, de Santo André, bem mais arborizada, aliás, haviam muitas árvores no fundo também. O interior, era pequeno, talvez pelo excesso de móveis, mas estava com uma bela decoração, dava um ar antigo, fino, a luz estava ideal com o ambiente, mas era escuro. Era acolhedor, acabei ficando por ali, a sensação de poderia ter sido meu, foi a mais forte, mas era como se passasse a ser meu...
O apartamento ficava no segundo andar, a vista da sacada, era para algo do tipo uma rua de interior, rua de terra, árvores...
Bem confuso, típico de sonho.
Estava fazendo um caminho inverso, e eu sabia que já havia percorrido esse caminho, e pior, sabia que havia sido em outro "sonho". Nesse saber, eu sabia que havia me arrependido e ao fazer o caminho de volta, eu parava nos lugares para ver se teria as mesmas atitudes. Em alguns dos lugares, eu não podia mais entrar, eram casas já vendidas e com dono novo, fechadas para visitantes, até que encontrei um, o que mais havia gostado e pude entrar, só que esse apartamento, não estava mais a venda. A rua dos fundos não identifiquei (talvez algo como aquele corredor em matriz, com várias portas, e cada porta te leva a lugares bem diferentes, partindo-se do pressuposto que uma está ao lado da outra). A rua da frente, era a Oratório, de Santo André, bem mais arborizada, aliás, haviam muitas árvores no fundo também. O interior, era pequeno, talvez pelo excesso de móveis, mas estava com uma bela decoração, dava um ar antigo, fino, a luz estava ideal com o ambiente, mas era escuro. Era acolhedor, acabei ficando por ali, a sensação de poderia ter sido meu, foi a mais forte, mas era como se passasse a ser meu...
O apartamento ficava no segundo andar, a vista da sacada, era para algo do tipo uma rua de interior, rua de terra, árvores...
Bem confuso, típico de sonho.
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